Violência lidera preocupações no Ceará, com saúde em segundo lugar
A percepção dos eleitores cearenses indica a segurança pública como o principal desafio do Estado, segundo levantamento recente. A saúde aparece como a segunda maior preocupação da população.
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De acordo com a pesquisa, 46% dos entrevistados apontam a violência como o problema mais grave do Ceará, seguida pela saúde, com 21%. Em patamares menores estão desemprego (6%), pobreza e desigualdade (4%) e corrupção e infraestrutura, ambos com 3%.
Economia e educação foram citadas por 2% dos eleitores cada, enquanto enchentes somaram 1%. Outros problemas representam 3%, e 9% não souberam ou não responderam.
O estudo também mostra variações conforme o posicionamento político. A violência lidera em todos os grupos, com maior peso entre bolsonaristas (65%) e eleitores da esquerda não lulista (59%). Entre lulistas, o índice é de 42%; entre independentes, 44%; e na direita não bolsonarista, 54%.
A saúde mantém a segunda posição em todos os segmentos, com maior destaque entre lulistas (26%). Já desemprego, corrupção e infraestrutura apresentam variações menores entre os grupos.
A pesquisa também simulou cenários para o Governo do Ceará e o Senado. Em um dos cenários estimulados, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 41% das intenções de voto, seguido pelo governador Elmano de Freitas (PT), com 32%. Eduardo Girão (Novo) tem 4%, Jarir Pereira (Psol) soma 1% e Zé Batista (PSTU) não pontuou.
Em outro cenário, Cid Gomes (PSB) registra 17%, Capitão Wagner (União) 16%, Roberto Cláudio (União) e Luizianne Lins (Rede) têm 8% cada, e Eunício Oliveira (MDB) soma 6%. Pastor Alcides Fernandes (PL) e Priscila Costa (PL) aparecem com 3% cada. Chiquinho Feitosa (Republicanos), Domingos Filho (PSD) e General Theóphilo (Novo) têm 1%, enquanto Anna Karina (Psol) e Professor Germano Lima (Psol) não pontuaram. O levantamento indica ainda 16% de indecisos e 20% de votos brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar.
A pesquisa ouviu 1.002 eleitores entre 24 e 28 de abril, com entrevistas presenciais domiciliares. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é CE-01725/2026.
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Fonte: DN

