Tatuagem, roupas e câmeras ajudaram a identificar PMs suspeitos de matar empresário
A investigação sobre o assassinato do empresário e dono de Rádio Uirapuru Jaguaribana Vinícius Cunha Batista, ocorrido no bairro Engenheiro Luciano Cavalcante, em Fortaleza, avançou com base em evidências encontradas logo após o crime. As autoridades conseguiram chegar aos principais suspeitos graças a vestígios deixados no caminho dos autores, como roupas abandonadas em uma área de mata e imagens de videomonitoramento.
>>>CLICK AQUI PARA SEGUIR O CANAL FOLHA DO VALE NO WHATSAPP<<<
Entre os elementos decisivos para a identificação dos envolvidos, estão o registro de uma tatuagem visível em um dos suspeitos e imagens captadas por câmeras em pontos estratégicos que registraram movimentações antes e no dia do crime. Os três apontados como participantes da execução são policiais militares: Wellington Xavier de Farias, Rodrigo Aguiar Braga e Rebeca Júlia de Almeida Canuto.
A Justiça autorizou a prisão temporária dos três por 30 dias, com base em elementos considerados robustos pelo Ministério Público do Ceará. Os investigados teriam utilizado uma motocicleta para a ação direta e um carro como apoio. Ambos os veículos já foram localizados e apreendidos pelas equipes policiais.
Na última operação, os investigadores cumpriram mandados de busca nos batalhões onde os PMs atuam, revistando armários e coletando provas. Nas residências dos suspeitos, localizadas nos bairros Jangurussu e Boa Vista, foram apreendidas armas de fogo, celulares, um HD externo e um carro modelo Ônix.
Durante os depoimentos, os policiais optaram pelo silêncio e recusaram fornecer amostras de DNA para confronto com material encontrado nas vestes deixadas no matagal.
A defesa dos agentes declarou que só se pronunciará após o fim do sigilo das investigações. Enquanto isso, o caso continua sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Delegacia de Assuntos Internos (DAI).
SIGA-NOS NO INSTRAGRAM E FIQUE POR DENTRO DAS ÚLTIMAS NOTICIAS
Fonte: DN



