Chuvas no Rio Grande do Sul elevam preços de arroz e carnes no Ceará

O Ceará será impactado pelas fortes chuvas que assolam o Rio Grande do Sul. Isso porque alguns alimentos, como arroz, carnes, embutidos e outros grãos vão sofrer um aumento no preço. O motivo é a devastação, por conta das tempestades, nos municípios produtores e distribuidores desses produtos. Com isso, o fornecimento diminuiu drasticamente. O feijão de corda, o milho e a soja, também produzidos no estado gaúcho, devem ser afetados nas próximas semanas.

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O Governo Federal, como alternativa para reduzir a possível falta do arroz, vai importar. A estratégia deve diminuir os efeitos no mercado nacional. O Brasil deve importar o grão de países como: Argentina, Chile, China, Índia, Peru e Tailândia. Apesar da colheita ter sido feita em quase 90%, fornecedores já possuem baixa demanda do arroz, em especial os municípios que mais sofreram com as fortes chuvas.

A previsão é de um ano para normalizar os preços desses alimentos. Isso se dá pela devastação dos municípios do Rio Grande do Sul, que produzem arroz, dentre outros produtos, e exportam para todo o país. As primeiras safras não serão suficientes para reabastecer todos os polos. O prazo é condicionado à condição climática do estado.

O Ceará, além do aumento do arroz, vai sofrer impacto nos preços das carnes e embutidos, como linguiça e salsicha. A região gaúcha é uma grande produtora de carnes e as fortes chuvas impactam diretamente na distribuição desses alimentos, principalmente nas gôndolas dos supermercados.

 

Alimentos que não vão sofrer aumento de preço

O aumento do preço do arroz e das carnes no Ceará é condicionado, também, à quantidade de armazenamento desses produtos. As frutas frescas não serão afetadas, nesse primeiro momento, pois as câmaras frigoríficas dos abastecedores conseguem preservar esses alimentos por até três meses. Frutas como Caqui, Maçã, Pêssego nectarina e Uva não terão variação de preço, nem de abastecimento.

 

Previsão de aumento do arroz e das carnes

As estimativas iniciais apontam um aumento menor que dois dígitos. No entanto, essa alta nos preços poderá ser sentida no bolso do consumidor, tendo em vista que os alimentos afetados são de consumo diário.

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Fonte: Gcmais

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