Hospital Infantil Albert Sabin expande serviços com Centro de Especialidades

Na manhã da última sexta-feira, 26 de abril, o Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), em Fortaleza, unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), realizou a inauguração do Centro de Especialidades. A ideia é fortalecer os cuidados pediátricos que incluem atendimentos ambulatoriais e do Programa de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV). Desde o início do funcionamento, em dezembro de 2023, até o momento, já foram realizados mais de 20 mil atendimentos no local.

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A primeira-dama Lia de Freitas, presente no evento, reforçou que a inauguração do equipamento oferece um melhor atendimento para as mães que têm filhos em tratamento. “Ver essa estrutura é muito especial para mim. A gente fica muito feliz porque essas crianças precisam de um atendimento muito especializado, inclusive até com o cuidado de não ter nada com leite aqui”, reforçou. Na ocasião, ainda ressaltou ser um local estratégico por estar perto da rodoviária central de Fortaleza, pensando também no atendimento de pessoas do interior.

A unidade anexa está operando com atendimentos ambulatoriais que antes funcionavam dentro do hospital. Foram transferidos para o espaço, os serviços de psiquiatria, ginecologia, dermatologia e homeopatia, bem como os atendimentos multiprofissionais do Núcleo de Atendimento Integrado ao Fissurado (Naif), Núcleo de Orientação e Estimulação ao Lactente (Noel) e o Programa Pontos de Luz.

Também funcionam os atendimentos do Programa de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV), tanto ambulatoriais como de entrega da fórmula. A secretária de saúde do Estado do Ceará, Tânia Mara Coelho, falou sobre os esforços em ampliar o atendimento para os pacientes pediátricos com APLV. “Estamos tentando ampliar o atendimento desses pacientes e nossa meta é descentralizar o atendimento no estado. Queremos disponibilizar atendimento pelo menos no Cariri e na região Norte do Estado, para que os pais não precisem se deslocar para vir pegar o leite”, destacou.

Para a diretora-geral do Hias, Fábia Linhares, a inauguração do Centro de Especialidades representa um passo significativo no compromisso contínuo da instituição com a excelência no cuidado infantil. “Estamos muito felizes com esse novo espaço e esperamos que a experiência do paciente seja reconhecida pelo bom atendimento para os pais e suas crianças”, afirmou. De acordo com a diretora-geral, cerca de 3.600 crianças estão sendo atendidas e recebendo o leite no Programa de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) na nova sede.

A cerimônia contou ainda com a presença do secretário Executivo de Atenção à Saúde e Desenvolvimento Regional, Lauro Perdigão; do representante Ordem dos Advogados do Brasil Seção Ceará (OAB-CE), Ricardo Vieira; de profissionais de saúde; e membros da comunidade.

Nova estrutura foi pensada especialmente para as famílias e crianças em tratamento

A estrutura conta com duas recepções para o atendimento ambulatorial e para o Programa de Alergia à Proteína do Leite de Vaca, consultórios para atendimento médico e multiprofissionais, espaço lúdico dedicado às crianças, salas de coordenação, banheiros e refeitório, além de espaço dedicado ao acondicionamento e à dispensação das fórmulas. O espaço anexo funciona por meio de regulação do posto de saúde, para pacientes de Fortaleza, e via Secretaria da Saúde municipal para pacientes do interior, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, na rua Jorge Acúrcio, 807, bairro Vila União.

 

Atendimentos

Raquel Amorim, mãe do Rafael Nogueira, de 1 ano e 11 meses, residente do município de Iguatu, contou sobre a experiência de estar sendo atendida no Centro de Especialidades do Hias. Antes, precisava ir até o Centro de Treinamento Professor Antônio de Albuquerque Sousa Filho, da Secretaria da Educação (Seduc).

Sempre fui bem atendida, sempre o programa me deu o suporte que eu precisava. O local onde ele está hoje é mais centralizado, de fácil acesso. Como a gente vem de outro município, como eu venho de transporte pela rodoviária, ficou melhor”, contou.

A mãe de Rafael conta que, com 22 dias de nascido, o filho apresentou problemas na pele, vômitos, entre outros sintomas, e logo buscou ajuda médica em seu município e foi detectado que seu filho tinha APLV. Desde então, ele é acompanhado pelo programa do estado.

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Fonte: Governo do Estado

 

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