Com crescimento de 2,9% no PIB, o Brasil se tornou a nona economia do mundo

A economia brasileira avançou 2,9% em 2023, primeiro ano do governo Lula 3, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira, 1º de março, pelo IBGE. O resultado da economia neste primeiro ano de mandato de Lula é melhor que o desempenho econômico no início do governo de Jair Bolsonaro, em 2019.

Lula também tem desempenhos superiores ao resultado de seu primeiro ano de mandato, em 2003 (1,1%), Dilma Rousseff 2 (3,5% em 2015) e Michel Temer (2017, 1,3%).

O crescimento em 2023 só perde para três outros períodos da história recente, nesta comparação: o primeiro ano do governo Dilma 1 (4%), o primeiro ano do segundo mandato de Lula 1 (6,1%) e o primeiro ano do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso (FHC), com 4,4%.

Com crescimento de 2,9% no PIB, o Brasil se tornou a nona economia do mundo, segundo a Agência classificadora de risco de crédito, Austin Rating.

Segundo a instituição, o Brasil ultrapassou o Canadá e a Rússia, para ocupar a 9ª posição do ranking, com um PIB de US$ 2,17 trilhões no ano passado.

Em 2022, o Brasil estava na 11ª posição. Segundo o FMI, até 2026, o Brasil pode subir uma posição e tornar-se a oitava maior economia do planeta, com PIB estimado em US$ 2,476 trilhões.

 

As dez maiores economias do mundo em 2023
  1. Estados Unidos – US$ 26,95 trilhões
  2. China – US$ 17,7 trilhões
  3. Alemanha – US$ 4,43 trilhões
  4. Japão – US$ 4,23 trilhões
  5. Índia – US$ 3,73 trilhões
  6. Reino Unido – US$ 3,33 trilhões
  7. França – US$ 3,05 trilhões
  8. Itália – US$ 2,19 trilhões
  9. Brasil – US$ 2,17 trilhões
  10. Canadá – US$ 2,11 trilhões

Além do Brasil, o próximo país latino-americano na lista de maiores economias do mundo é o México, na 12ª posição, com um PIB de US$ 1,81 trilhão.

 

Resultado

O avanço de 2,9%, ligeiramente abaixo dos 3% registrados em 2022 foi puxado pela alta do agronegócio. O bom desempenho dos serviços também contribuiu para o resultado positivo da economia ao longo do ano. Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, em 3,1%, ajudou a sustentar o resultado.

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Fonte: Veja/Band

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