Rede materno-infantil do Ceará ganha expansão com novos leitos obstétricos

Governo do Ceará, em articulação com a Prefeitura de Fortaleza e o Governo Federal, anunciou um reforço emergencial e permanente na rede materno-infantil da Capital, com a criação de uma nova estrutura hospitalar capaz de ampliar significativamente a assistência a gestantes e recém-nascidos. Ao todo, serão abertos novos leitos obstétricos e neonatais distribuídos em três unidades públicas, elevando a capacidade de atendimento e garantindo mais segurança às famílias.

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A principal expansão ocorre no Hospital Universitário do Ceará (HUC), que assumiu parte dos atendimentos deslocados após a suspensão temporária de serviços no Hospital Geral Dr. César Cals. A unidade receberá a maior parte dos novos espaços e continuará acolhendo gestantes de alto risco e bebês que necessitam de acompanhamento especializado. Durante visita ao local, o governador Elmano de Freitas afirmou que todas as pacientes transferidas estão em situação estável e bem assistidas, destacando a mobilização de profissionais e o empenho da população em apoiar as famílias afetadas.

O esforço envolve, ainda, a readequação de unidades municipais. O Hospital da Mulher passará a contar com novos leitos e funcionará em regime de portas abertas para atendimentos obstétricos, ampliando o fluxo de gestantes na rede pública da Capital. Já no Gonzaguinha de Messejana, a cooperação entre os entes federativos permitirá a instalação de novas vagas voltadas ao cuidado materno-infantil.

A iniciativa recebeu o aval do Ministério da Saúde, que enviou representantes a Fortaleza para acompanhar a reorganização da rede. O Governo Federal assegurou recursos para apoiar as medidas e reafirmou compromisso com a modernização futura do Hospital Geral Dr. César Cals, considerado referência histórica para a saúde da mulher no Estado.

Segundo o governador, as ações têm caráter imediato e visam garantir atendimento digno, seguro e contínuo às mães cearenses. Ele reforçou que nenhuma gestante ficará sem assistência e que o Estado seguirá ampliando a capacidade hospitalar para assegurar partos com qualidade e proteção.

 

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Fonte: Ascom Casa Civil

 

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