LIMOEIRO DO NORTE: Superintendente do IMMAB fala sobre as ações para combater queimadas no lixão

A problemática em torno da prática das queimadas na área que compreende ao lixão de Limoeiro do Norte, situado entre as comunidades da Maria Dias e a Cidade Alta, já se arrasta por vários anos, sempre provocando sérios transtornos para as pessoas que residem nas imediações e sofrem com a inalação e o odor provocado pela nuvem de fumaça tóxica que saia do lixão diariamente.

 >>>CLICK AQUI PARA SEGUIR O CANAL FOLHA D VALE NO WHATSAPP<<<

O Superintendente do Instituto Municipal do Meio Ambiente (IMMAB), Vangerre Maia, logo que tomou conhecimento da gravidade do problema, juntamente com a prefeita Dilmara Amaral, foram ao local com o intuito de conversar com os moradores, visando encontrar soluções imediatas que pudessem solucionar o problema e enviou operários e máquinas para uma operação no local, pois de pronto considerou prioridade e de extrema urgência.

Em reunião com o secretariado, a prefeita determinou que fosse feita a recuperação de um triturador de “podas de ramos”, de propriedade da prefeitura municipal, que se encontra fora de operação por falta de manutenção, visando evitar que este tipo de material chegue ao lixão, por também se tratar de um material de alta combustão com capacidade de provocar incêndio no local de destinação dos resíduos sólidos.

Para Vangerre Maia, a prática das queimadas e as constantes nuvens de fumaça tóxica na área do lixão é um problema que, pelo menos a curto prazo, não tem solução, pois somente conscientização da população e a prática da educação ambiental a partir da coleta seletiva regular são pontos cruciais para mudar a realidade na área do lixão.

Assim como a implantação de um sistema de monitoramento e controle de entrada e saída, com a finalidade de permitir somente veículos cadastrados.

Para Vangerre, a solução definitiva para sanar o problema da fumaça tóxica no lixão seria a implantação imediato do aterro sanitário, projeto que começou a ser trabalhado há 10 anos, paralisado com pouco mais de 40% da sua conclusão.

“A estrutura física do futuro aterro sanitário, situada nas imediações das comunidades do Café Queimado e Canto Grande, quando concluído terá  capacidade para coletar cerca de 360 toneladas de resíduos por dia, material oriundo dos 13 municípios do Baixo Jaguaribe, ligados ao Consórcio do Aterro Sanitário, um empreendimento orçado inicialmente em R$ 40 milhões”, concluiu o superintendente do IMMAB.

 

SIGA-NOS NO INSTRAGRAM E FIQUE POR DENTRO DAS ÚLTIMAS NOTICIAS

 

 

 

Por: Nilo Leite

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *